Ester Garcia


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Marketing na Saúde - Humanismo e Lucratividade
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Autora:
Ester Garcia
ISBN 85-7498-117-6

 

Marketing na Saúde - Humanismo e Lucratividade

O livro Marketing na Saúde – humanismo e Lucratividade, atender tratar e encantar o cliente/paciente. A obra aborda uma reflexão sobre a construção de um processo “urgente” de humanização, entre prestador de serviço e paciente. Hospitais, farmácias, laboratórios, clínicas e demais profissionais de saúde, devem lembrar que: os atuais pacientes, são instruídos, bem informados e sabem avaliar o atendimento/tratamento recebidos, inclusive, mudar de prestador de serviço quando suas exigências não forem atendidas.

Este livro é destinado aos Profissionais da Área da Saúde: Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudióloga, Medicina, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Serviço Social, Terapia Ocupacional e demais que tenham relação direta com o paciente.

Livro Marketing na Saúde Humanismo e Lucratividade, sugere a aplicação de uma filosofia humanista na saúde.

Amor e solidariedade são palavras que ganham dimensões ainda maiores quando são aplicadas pelos profissionais de saúde em momentos nos quais as pessoas estão fragilizadas pela ocorrência de enfermidades. Além de valorizar a integralidade do paciente, considerando-o como um ser biopsicossocial e espiritual, a humanização do atendimento nas instituições de saúde contribui também para diminuir o tempo de internação. Essa é a filosofia defendida pela professora Ester Garcia na obra Marketing na Saúde – Humanismo e Lucratividade.

O conceito de bioética, do estudo sistemático da conduta humana no âmbito das ciências da vida e dos cuidados com a saúde, ganha um enfoque diferenciado na visão da especialista em marketing e consultora de empresas.

Ele é trabalhado através da apresentação de instrumentos e métodos práticos de gestão, desenvolvidos para instituições e profissionais de saúde, de modo a agregar conhecimentos e habilidades considerados essenciais na prestação de serviços de saúde. “Os pacientes são pessoas que constituem um mercado com necessidades que devem ser atendidas. Para ter sucesso, os hospitais e profissionais de saúde devem se propor a atender, tratar e encantar o cliente/paciente superando expectativas a partir dos recursos disponíveis e obter lucros num mercado altamente competitivo”, analisa Garcia.

Para condensar essa nova diretriz humanista no tratamento da população que necessita de auxílio médico, a autora divide o estudo, feito em instituições de saúde públicas e privadas, em 10 capítulos, nos quais aborda as características do mercado, marketing/endomarketing em serviços, formas de atendimento, qualidade, motivação e processos de comunicação, entre outros.

Ações propostas para atingir a excelência em serviços de saúde são apresentadas na última parte da obra. “Os hospitais estão sendo administrados como negócios empresariais, assumindo riscos do empreendimento, administrando equipes e operações de uma maneira dinâmica, “aprendendo” a se especializar cada vez mais, porém, não podendo esquecer sua missão – curar o doente”, alerta a autora.

 

 
 
 


Co-Autora:
Ester Garcia

Apologia ao Amigo
da "Segunda
Juventude".

Apologia ao Amigo da "Segunda Juventude"

Ao caminhar pelo parque, dei um bom dia a um idoso, que vinha cabisbaixo. Ele não esperava o cumprimento, pois, surpreso, sorriu amistosamente. Fiquei pensando: que história de vida estaria por trás daquele rosto enrugado? Quantas lembranças lhe vinham à mente, quando já curvado pelo ergometria da vida?

O indivíduo ao longo de sua existência, vivencia e estabelece um ciclo variado de contatos com a chamada "realidade da vida".

A pessoa adulta, obrigatoriamente, terá toda uma bagagem de experieências, quer de natureza prática, acadêmica ou vivencial.

"Aos 60 anos, sua experiência será inigualável. Aos 70 anos, será um sábio. Uma fonte de ensinamentos. Um manancial de conhecimentos. Um pós-graduado em paciência. Um doutor em compreensão. Um mestre com MBA da vida - habilidades e competências, que nenhuma instituição de ensino, poderá lhe ensinar".

O que há de irônico nessa história toda é que, depois de tantos anos de lutas, vivências e aprendizados, uma verdadeira epopéia exsitencial, esse sábio é um anônimo e a sociedade não lhe dá o merecido espaço, conquistado ao longo da vida.

O que grande parte das pessoas parece não saber é que a perda de neurônios, numa trajetória de vida de 80 anos, é de aproximadamente, 1,5% e - mesmo assim - os remanescentes, assumem com galhardia todas as funções desempenhadas, pelas células nervosas. Assim também é a memória, as lembranças, o aprendizado e as experiências. Não há como voltar atrás. Esta tudo guardado na mente do sábio, como se fora num cofre. basta alguém dar uma volta na chave que poderá abrir esse cofre. E isso é tão simples. Essa chave se chama "oportunidade".

O idoso não quer pena, nem compaixão. Qur a mesma coisa que todos nós, crianças, jovens e adultos, queremos: atenção, carinho, respeito e uma chance para poder demonstrar sua capacidade de ser útil e produtivo.

Lamento muito por aqueles que, desprovidos de lucidez, sensibilidade e visão de mercado, se recusam a dar o primeiro passo em direção ao cofre (mente do idoso) para abrí-lo. Tal gesto de ousadia e coragem, além de quebrar pardígmas, fará justiça e resgatará a dignidade deste idoso. muitas vezes, reintegrá-lo ao trabalho e à sociedade é devolvê-lo à vida.

É necessário lembrar que o tempo é implacável: chega para todos. Portanto, também chegará amanhã para os insensíveis de hoje. Ao invés de fechar as portas para candidatos com mais de 40 ou 50 anos de idade, as empresas deveriam dar o passo inicial, não por piedade ou benemerência, mas conscientes que terão muito a aprender com esses sábios de "ontm" e esquecidos de "hoje".

Concluo, dizendo que as corporações têm equipes de executivos jovens, talentosos e brilhantes. Não está sendo questionada a competência destes; no entanto. é inegável que estes executivos brilhantes perdem de "goleada", quando os valores em "jogo" são a sensibilidade, a generosidde, a frternidade, o reconhecimento, o amor e respeito ao ser humano. Se esses valores de nada valem para uma sociedade, o que vale então?

Ester Garcia.

Do livro Perfil de uma amiga, pags. 67,68 e 69